terça-feira, 6 de setembro de 2011
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
"Apesar de todos os medos, escolho a ousadia. Apesar dos ferros, construo a dura realidade. Prefiro a loucura à realidade, e um par de asas tortas aos limites da comprovação e da segurança. Eu sou assim, pelo menos assim quero me imaginar: a que explode o ponto e arqueia a linha, e traça o contorno que ela mesma há de romper. Desculpem, mas preciso lhes dizer: Eu quero o delírio." Lya Luft
Há momentos na vida que precisamos deixar que se partam.
Partam os laços, partam as alianças.
Que eles partam. Todos partam.
Na partida, tudo se torna novo: Novo para aquele que partiu, onde encontrará pelo caminho novas idéias, novas imagens, novos sons... novos amores, com novos cheiros, novas esperanças. E para aquele que ficou, o novo é a lembrança que não tinha, é a idéia do 'o que será agora?', tudo novo!
O que é triste, é o que antecede a partida: O coração se parte, os laços se partem. O comunicado da partida amarga a língua, umedece os olhos.
O que torna as partidas importantes é a carga de esperanças que depositamos no desconhecido, no novo, como um ovo partido na partida.
Partam os laços, partam as alianças.
Que eles partam. Todos partam.
Na partida, tudo se torna novo: Novo para aquele que partiu, onde encontrará pelo caminho novas idéias, novas imagens, novos sons... novos amores, com novos cheiros, novas esperanças. E para aquele que ficou, o novo é a lembrança que não tinha, é a idéia do 'o que será agora?', tudo novo!
O que é triste, é o que antecede a partida: O coração se parte, os laços se partem. O comunicado da partida amarga a língua, umedece os olhos.
O que torna as partidas importantes é a carga de esperanças que depositamos no desconhecido, no novo, como um ovo partido na partida.
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